Domingo, 04 de Junho de 2017

Ser Politico Ser politico é hoje um acto de coragem. Ser politico e apresentar uma candidatura independente torna o acto em si de muito mais relevância, pois é abdicar de toda e qualquer estrutura partidário o que, consequentemente obriga a determinadas diligências como uma enorme lista de assinaturas entre outras. Porto de Mós tem nas suas eleições autàrquicas uma Candidatura Independente de um homem sério, honesto ,trabalhador e comprovas dadas. Albino Januário de seu nome, um homem natural do concelho e profundo conhecedor dos problemas nele existentes. Rodeado de uma boa equipe não nos restam pois dúvidas ser a escolha mais acertada nas próximas eleições autárquicas.

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publicado por alertamadrugada às 02:56
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Ser politico é hoje um acto de coragem. Ser politico e apresentar uma candidatura independente torna o acto em si de muito mais relevância, pois é abdicar de toda e qualquer estrutura partidário o que, consequentemente obriga a determinadas diligências como uma enorme lista de assinaturas entre outras. Porto de Mós tem nas suas eleições autàrquicas uma Candidatura Independente de um homem sério, honesto ,trabalhador e comprovas dadas. Albino Januário de seu nome, um homem natural do concelho e profundo conhecedor dos problemas nele existentes. Rodeado de uma boa equipe não nos restam pois dúvidas ser a escolha mais acertada nas próximas eleições autárquicas.

publicado por alertamadrugada às 02:43
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Domingo, 16 de Agosto de 2015

Quem conhece Paulo Portas sabe que na festa do Pontal, o seu sorriso era forçado,o espirito de luta vencido e a desesperança bailava no seu olhar. Paulo Portas sabe muito de sondagens e por isso não está entusiasmado com os recentes resultados. Paulo Portas antevê a morte do CDS que ele fez pelas suas próprias mãos. Os poucos que ainda o acompanham (cada vez menos) talvez ainda não se tenham dado conta que o fim está muito perto, fim que ele ainda tentou adiar ao assinar esta coligação, mas a verdade é que a doença tomou definitivamente conta do partido CDS e o seu terminus é uma crónica anunciada.,

publicado por alertamadrugada às 00:23
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015

É incrivel como pessoas continuam a morrer nas urgênncias dos hospitais e ninguém faz nada. A mim pouco me interessa se as pessoas morreriam da mesma forma se fossem assistidas em tempo útil, o que está aqui em causa, é que um doente entre numa urgência para ser assistido e não pode estar horas e horas á espera e também não pode morrer ali numa maca dum corredor de hospital sózinho, só alguém dando conta quando chamam o seu nome. A politica economicista do ministério da saúde acabou criando estas situações. Em 2013 passei dias inteiros nas urgência do Hospital de Santo André, em Leiria e verifiquei ali, in loco, o quanto o pessoal médico ,de enfermagem e auxiliar trabalha. São muitas horas seguidas, com muitos doentes e pessoal insuficiente. A politica de fechar os centros de saúde cada vez mai cedo, faz com que as pessoas tenham que recorrer ás urgências hospitalares, ás vezes por uma simples indisposição o que provoca uma afluências desnecessária nas referidas urgências. Pois bem, se estamos em tempos de picos de gripe, se está comprovado que nos hospitais as urgências estão sobrelotadas com tempos de espera totalmete inaceitáveis , não seria altura de o sr ministro da saúde, nem que fosse em carácter temporário, prolongar o horário dos centros de saúde com médicos e enfermeiros dispostos a atender os utentes que apresentem casos de menor gravidade. Seria talvez a forma de se reservar as urgências dos hospitais para doentes graves e de o pessoal médico ali de serviço poder atender os seus utentes, sem horas e horas de espera, com boas confições, aliás um direito que todos os cidadãos têm consignado pela própria Constituição.. Seja como for uma coisa é certa,, as pessoas não podem continuar a morrer sem a assistência devida e as comunidades têm de exigir medidas eficazes do sr ministro de saúde a quem muitos já chamam o Dr Morte.

publicado por alertamadrugada às 15:41
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Terça-feira, 06 de Janeiro de 2015
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Há mortes por falta de assistência médica em tempo útil. Isto até poderia ser uma noticia de um qualquer país africano, mas não. Acontece em Portugal com a maior parte das urgências dos hospitais em plena rotura. E pasme-se ! O sr ministro da saúde não toma medidas, não assume responsabilidades. Brinca-se com a vida humana assim desta forma em Portugal. Já tinha acontecido na educação, na justiça. Agora acontece na saúde só que a diferênça aqui é que o preço desta rotura é a Morte e pelos vistos o sr ministro continua com a consciência em paz.

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publicado por alertamadrugada às 21:00
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Domingo, 28 de Dezembro de 2014
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Sócrates VISITAS, ALIMENTAÇÃO, ENTREGA DE ENCOMENDAS. Um preso preventivo tem direitos que os outros não têm. E estão na mesma Lei que teimam em ler parcialmente. Leiam, por favor: Diário da República, 1.ª série — N.º 197 — 12 de Outubro de 2009 CAPÍTULO I Prisão preventiva e detenção Artigo 123.º Prisão preventiva 1 — A prisão preventiva, em conformidade com o princípio da presunção de inocência, é executada de forma a excluir qualquer restrição da liberdade não estritamente indispensável à realização da finalidade cautelar que determinou a sua aplicação e à manutenção da ordem, segurança e disciplina no estabelecimento prisional. 2 — A prisão preventiva executa -se de acordo com o disposto na decisão judicial que determinou a sua aplicação. 3 — O recluso preventivo pode, querendo, frequentar cursos de ensino e formação profissional, trabalhar e participar nas outras actividades organizadas pelo estabelecimento prisional. 4 — O recluso preventivo tem o dever de proceder à limpeza, arrumação e manutenção do seu alojamento e de participar nas actividades de limpeza, arrumação e manutenção dos equipamentos e instalações do estabelecimento prisional. 5 — O recluso preventivo pode receber visitas, sempre que possível todos os dias. 6 — Na medida do possível e desde que razões de saúde, higiene e segurança não o desaconselhem, o recluso preventivo pode receber alimentos do exterior, nos termos do Regulamento Geral. 7 — O recluso preventivo colocado em regime de segurança está sujeito às limitações decorrentes deste regime impostas pelo presente Código. Ou seja, para todos os efeitos um preso preventivo é considerado INOCENTE. NÃO PODE estar sujeito às mesmas regras que os CONDENADOS. Quem não quer perceber esta regra simples não pode discutir a sério. Esta tem sido a posição da “ APAR - Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso" de que sou Secretário-Geral, desde sempre. Mesmo antes de haver presos mediáticos. Se estes, agora, podem fazer ouvir melhor a nossa voz… excelente. Há males que vêm por bem!

publicado por alertamadrugada às 21:36
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Sexta-feira, 04 de Julho de 2014
Aqui vos deixo um bom artigo para ler e reflectir.

António José Teixeira




OPINIÃO

18:46 26.06.2014
Importam-se de parar de brincar à Esperança?

Nunca tantos quiseram recuperar a Esperança. Perto de Arroches, no Alentejo, muitos holofotes se ergueram em nome da Esperança. Muita tinta, muita publicidade, muita prosápia, muita colagem a um topónimo arredio. Não foi a aldeia, os 739 habitantes, as terras raianas, que chamaram um banco, o Presidente da República e o ministro da Educação. Foi o nome: Esperança. Nome perfeito para uma campanha comercial e política. Promover a Esperança, recuperar a Esperança, soam bem. Esperança é um sentimento positivo, confiança numa coisa boa. Dizem também que é a segunda das três virtudes básicas de um cristão, ao lado da fé e da caridade…

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Há três meses quiseram recuperar a Esperança. Nuno Crato não resistiu ao impulso. Lá foi. Não deve voltar lá tão cedo. Perdeu a Esperança. Esta semana anunciou o fecho da escola da Esperança. Tinha menos de 21 alunos… Tinha sido pintada, melhorada, mas – descobriram agora – não tinha os 21 alunos decretados. Desgraçada Esperança. Pouco importa que, apesar da baixíssima taxa de natalidade, a Esperança tenha mais de duas dezenas de crianças no pré-escolar.

A ironia da desesperada decisão do Governo não precisa de ilustração. Afinal a Esperança foi condenada num lote de 311 escolas. A sentença vem de longe. Foi José Sócrates que iniciou este processo. Valha a verdade, muitos compreenderam a inevitabilidade e até as vantagens da concentração de escolas. Dois, três, sete, 10 alunos, turmas únicas com alunos de diferentes anos de escolaridade, isolamento, fracas condições de aprendizagem, tudo se conjugava para concluirmos das vantagens da transferência das crianças para centros escolares mais equipados e com melhores condições de integração. Ainda assim sobravam os inconvenientes da distância e do esvaziamento mais acelerado dos pequenos aglomerados, sobretudo do interior. Opções legítimas desde que assumidas com clareza.

O encerramento de escolas do 1.º ciclo tornou-se uma rotina desde 2005. Em três anos este governo fechou 923 escolas. Mas se as somarmos às que sumiram antes já vamos em mais de quatro mil escolas desmanteladas. Não será demais? O processo é imparável? A população residente está a minguar e a natalidade não pára de baixar. Por este andar, não será que os únicos destinos para as nossas crianças são as escolas de Lisboa e Porto? É isso que queremos?

Portugal tem recursos limitados. Tem de fazer escolhas. Escolas, centros de saúde, segurança social, comunicações, tribunais, polícias e bombeiros são dimensões do Estado que devem obedecer a um critério de organização territorial. Não apenas a um critério economicista, que é relevante, mas não suficiente. Talvez num futuro próximo vivamos todos em cidades. Talvez boa parte do território se destine à floresta. Talvez tudo isto seja exagerado. Já tínhamos decretado o fim da agricultura e, afinal, não era boa ideia. Está a ressurgir. Precisamos dela. Como precisamos de gente, de mais coesão territorial e social. O esvaziamento continuado de muitas parcelas do território não resulta só do envelhecimento. É também a consequência do desinvestimento privado e público, da retirada dos marcos de serviço público. As escolas do 1.º ciclo do ensino básico são sinais de civilização, portas e janelas indispensáveis para qualquer horizonte de futuro. A reorganização da rede escolar não pode ser apenas uma questão aritmética. Há outros critérios a considerar. Os pedagógicos não são irrelevantes, mas devem ser conjugados com objectivos estratégicos nacionais e, consequentemente, com uma rede coerente de serviço público.

A inércia como critério não ajuda à agonia demográfica. O número 21 como fronteira da sobrevivência escolar é absurdo. As boas escolas e as escolas necessárias implicam outras abordagens. Há uma fundamental: Que estratégia de crescimento económico queremos adoptar? Esta decisão remete para outras abordagens: Como queremos organizar o território? Que espaço de manobra deixamos à sociedade? Perguntas há muito sem resposta cabal. Perguntas que exigem compromissos de futuro. Mas a que, teimosamente, não respondemos.

Em qualquer caso, importa parar de brincar à Esperança…
publicado por alertamadrugada às 15:14
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Domingo, 02 de Março de 2014

O conselheiro de Estado Manuel Alegre manifestou-se hoje "estupefacto" com as posições do ministro Rui Machete sobre a Guiné Equatorial, advertindo que a diplomacia portuguesa não pode degenerar na promoção de interesses económicos.

 

Em declarações à agência Lusa, Manuel Alegre criticou duramente o teor das posições assumidas pelo ministro dos Negócios Estrangeiros sobre a Guiné Equatorial em entrevista ao jornal "Público", na qual disse não ter razões para duvidar da palavra do regime liderado por Teodoro Obiang no que respeita ao processo de adesão à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 

"Encaro com estupefação essas palavras do ministro Rui Machete. Um ministro dos Negócios Estrangeiros de um país democrático não pode confiar na palavra de uma ditadura e de um ditador que passa a vida a fazer promessas, mas a deixar tudo na mesma", contrapôs Manuel Alegre.

Neste contexto, o ex-candidato presidencial deixou um aviso direto ao Governo PSD/CDS-PP liderado por Pedro Passos Coelho: "A diplomacia portuguesa não pode degenerar na gestão e promoção de interesses económicos".

Para Manuel Alegre, no que se refere ao processo de adesão da Guiné Equatorial à CPLP, colocam-se várias questões de "princípio".

 

"A CPLP destina-se aos países que têm o português como língua oficial. Na Guiné Equatorial o português é a terceira ou a segunda língua - dizem eles, nós não sabemos", apontou o membro do Conselho de Estado e histórico dirigente socialista.

Ainda na perspetiva de Manuel Alegre, na adesão de um país à CPLP, deve também colocar-se o critério relativo à existência ou não de um regime democrático, que respeite os direitos humanos.

 

"Devem fazer parte da CPLP países que cumprem formalmente a democracia, o que não é o caso da Guiné Equatorial. Deve haver por isso outras razões para este entusiasmo em relação à adesão da Guiné Equatorial. A democracia não é, a língua também não é, talvez os negócios", referiu.

Manuel Alegre advertiu, depois, que o critério "dos negócios é um mau caminho para o projeto da CPLP".

"Portugal não é dono da CPLP, mas também não somos súbditos da Guiné Equatorial. É muito triste que isto esteja a acontecer no 40º aniversário do 25 de Abril de 1974", acrescentou.

 

PMF // JLG

Lusa

publicado por alertamadrugada às 22:15
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Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014
Por Cláudia Reis
publicado em 17 Jan 2014 - 08:54
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Pacheco Pereira: “O país em que vivemos é um país irrespirável para uma pessoa honesta”
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Pacheco Pereira criticou o congresso do CDS denominando- o de “populista”. Lobo Xavier diz que o CDS “fez um congresso fantástico” e António Costa falou em “encenação”

Fazendo um balanço sobre o congresso do CDS que aconteceu no fim-de-semana passado, Pacheco Pereira foi bastante crítico. “O congresso do CDS é um acto de propaganda eleitoral do princípio ao fim”, disse Pacheco Pereira, lembrando que o mesmo acontece com “os outros partidos”.

O comentador acrescentou ainda que “mesmo as promessas que o CDS começa a fazer são promessas eleitorais pouco consistentes com as medidas tomadas actualmente”.

Para ele, “o CDS sempre teve características populistas, é um partido unipessoal, todos se elogiam uns aos outros e elogiam Paulo Portas”, afirmou.

Tendo em conta a realidade do país e as privatizações que o governo pretende fazer, Pacheco Pereira disse que “o país em que vivemos é um país irrespirável para uma pessoa honesta”.

Um exemplo da “vergonha” de país em que vivemos é para o comentador o referendo à co-adopção e à adopção por casais de pessoas do mesmo sexo proposta por um grupo de deputados do PSD. Segundo Pacheco Pereira trata-se de “má-fé”.

“Má-fé transformada em política governamental. Este é o país em que nós vivemos”, reiterou.

Já Lobo Xavier tem uma opinião muito diferente do colega dizendo que “não houve matéria para indignar ninguém no congresso do CDS”. O comentador diz que houve matérias que poderiam não ter sido discutidas no congresso e que pode ter sido “arriscado”, mas não entende que tenha sido feita “campanha eleitoral”.

Respondendo à provocação de Pacheco Pereira sobre o repetitivo elogio a Paulo Portas, Lobo Xavier disse que o CDS tem “um estilo próprio, que o culto a Portas é uma marca do partido”.

“Não vi nada no congresso que me causasse indignação. O CDS fez um congresso fantástico”, frisou Lobo Xavier.

Para António Costa o congresso do CDS “faz parte de uma encenação que está encenada entre os governos e a comissão europeia e todas essa turma”. O presidente da câmara de Lisboa diz que tudo isto “ajuda a uma ilusão de que as coisas correram bem, quando de facto não correram bem, por exemplo no que diz respeito ao controlo da dívida”.

Questionado sobre o referendo à co-adopção por casais de pessoas do mesmo sexo, António Costa diz apenas que “é uma batotice”. 



publicado por alertamadrugada às 15:17
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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013

Excerto do discurso de Pacheco Pereira na Aula Magna., um  dos melhores discursos na minha opinião.

 Amigos, companheiros e camaradas,
Nos comícios da oposição antes do 25 de Abril cantava-se muito o hino nacional. No grande comício de Norton de Matos no Porto, em 1949, deve-se ter cantado pelo menos meia dúzia de vezes, nem que seja pelo prazer de gritar o “às armas”, que mais do que um grito “às armas”, - estejam sossegados não é isso que quero dizer, - era um grito pela resistência da nação face aos seus inimigos. Não sei se os organizadores desta sessão previram esse acto, mas deviam ter pensado nisso porque é de Portugal que se trata e o hino não é só para usar no futebol. 
Quem sente Portugal como uma comunidade, dos pescadores do Algarve, da Nazaré, das Caxinas, dos pequenos empresários de Leiria ou de Viseu, dos operários têxteis do Ave, dos professores de todo o país, dos agricultores dos Açores, do Minho ou do Ribatejo, dos comerciantes do Porto e de Lisboa, dos universitários de Aveiro ou de Braga, dos funcionários públicos que permitem o funcionamento de escolas, tribunais, municípios e hospitais, dos trabalhadores da indústria metalomecânica, da cortiça, dos moldes, dos transportes, dos agentes das forças de segurança e militares, dos reformados e pensionistas, percebe a enorme destruição desta crise, que atinge avós, pais e netos, todas as gerações, que atinge quem tem muito pouco e quem ainda tem alguma coisa, mas que não atinge quem tem muita coisa. Esta é que é a nossa comunidade, um Portugal cuja mera enunciação viola a afrontosa redução de tudo e todos à ambígua designação de “empreendedores” de um lado e “piegas” gastadores do outro. Ou que torna inaceitável o obsceno uso da palavra soberania ou do protectorado para desresponsabilizar o governo e os seus apoiantes de políticas que abraçaram com todos os braços, e que agora, quando correm mal, fazem de conta que não é com eles. 
O que nos une aqui é um outro dilema, a ”questão que temos connosco mesmos” do poema de Alexandre O’Neil 
Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo, 
golpe até ao osso, 
 fome sem entretém, 
perdigueiro marrado e sem narizes, 
sem perdizes,
 rocim engraxado, 
feira cabisbaixa, 
meu remorso, 
meu remorso de todos nós . . . 
É para não termos esse remorso que estamos aqui, não à defesa, mas ao ataque. Ao ataque por todos os meios constitucionais.

Por aquilo a que chamávamos no passado “a nossa pátria amada”. 

 

"

publicado por alertamadrugada às 22:42
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