Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010
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Meus amigos  esta a informação que recebi  alegadamente sobre salários de estes cidadãos:

Luís Pardal:Refer, 66,536

Amado da Silva: Anacom,224,000

Fernando Nogueira:Instituto de Seguros de Portugal,247,938

Guilherme Costa: RTP,250,040

Fernando Pinto: TAP,420,00

Victor Santos: Erse,233,857

Henrique Granadeiro: PT,365,000

Faria de Oliveira: Caixa Geral de Depósitos,371,000

Resta acrescentar que estes valores são em Euros e que SÂO MENSAIS.

Ah ! Como outros cidadadãos estes senhores têm subsidio de Natal ede Férias.

E também vão ter reforma lógicamente.

São cargos de nomeação politica.

Reforma minima em Portugal ronda os 216,79 e vai ficar congelada no próximo ano.

E assm vai correndo o tempo neste País á beira mar plantado.

Maria Antonieta Girão Fevereiro

publicado por alertamadrugada às 18:53
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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

Crise é a palavra mais escutada nos tempos que correm e para além de tristeza nos olhos das pessoas, noto uma certa apatia, como se por qualquer desígnio de má sorte , de malapata, os portugueses estivessem condenados a qualquer força maligna donde jamais conseguirão sair.

E è esta apatia, mais ainda do que a própria crise, que me assusta.

Somos uma Nação que deu povos ao Mundo que atravessou um mar revolto em casquinhas de nozes e conseguiu passar o Cabo Bojador.

Então porquê esta resignação?

A Alemanha no pós guerra conseguiu reerguer-se e não me venham dizer: " mas isso é o povo alemão" .

O povo português tem uma história de coragem de valentia,aquando das descobertas e mais tarde aquando da emigração para países europeus e da américa, onde honrou sempre o nome de Portugal. Que diferênça se regista por exemplo entre os nossos emigrantes, pessoas ordeiras, humildes e trabalhadoras e a vaga de emigração de leste que assolou o nosso País e que na sua maior parte  contribuie para agravar os nossos problemas.

Não se trata aqui de alguma forma de xenofobismo, mas de constatatação de factos onde as excepções confirmam a regra.

Vamos alertar consciências, exigir dos politicos que falem verdade ao povo português, que encontrem as soluções e que se não são capazes de as encontrar, que reúnam  homens e mulheres competentes pois que muitos haverão. 

Esqueçam-se as querelas partidárias, as partidarites, as campanhas eleitorais, os boys, os institutos, fundações e outras coisas tais, governadas por pessoas nomeadas pelos partidos que não gerem coisissima nenhuma, apenas auferem ordenados elevados que não merecem.

Governe-se para as pessoas, em vez de se governar para a Banca, para os mercados e seu nervosisimo.

Ponha-se o País a produzir nas diversas áreas em que já produziu e direcione-se o consumo para o produto nacional.

Facilite-se a venda a quem produz, isto sobretudo nos produtos de agricultura, papel que poderia muito bem ser levado acabo pelos Municípios.

Ao povo português nunca faltou coragem, determinação e mais do que nunca é necessário fomentar estes valores humanos, assim como a solidariedade e o voluntariado. A Igreja tem alertado para a consciência social colectiva e dos que mais têm é esperada em vez do medo da violência, a solidariedade e a partilha.

Somos nós e mais ninguém que vai ter de resolver os seus próprios problemas e não podemos nunca refugiarmo-nos na tese dos coitadinhos e ou agora nada há a fazer.

Há soluções. Sempre as soubemos encontrar e uma vez mais vamos saber. A conflitualidade social só virá se não formos pró-activos na resolução dos nossos problemas e solidários na partilha.

Maria Antonieta Girão

 

  

 

 

 

publicado por alertamadrugada às 18:33
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Segunda-feira, 08 de Novembro de 2010

Este orçamento tem de ser aprovado. Porque é bom? Não, é péssimo. Porque nos salva. Não, vai-nos afundar ainda mais. Porque ajuda a economia? Não, vai rebentar com a economia.

Vai ser aprovado porque não é aqui que se governa.

Não é aqui que se governa porque a Europa é governada por dois ou três países. Os restantes são meros adereços. A estrutura institucional do Euro e o conteúdo do último tratado que assinámos assim o determinam. Temos uma moeda à qual não corresponde nenhum poder politico com legitimidade democrática e real poder. O resultado é este: há o poder da chantagem sem a compensação da solidariedade.

Não é aqui que se governa porque a financialização do capitalismo tornou o poder difuso e os Estados reféns do caprichoso jogo dos mercados. E esse poder difuso, sem a força da legitimação do voto, é estruturalmente antidemocrático. Quem julgava que o mercado livre correspondia ao máximo de democracia tem aqui a resposta. A democracia só casa com o mercado se tiver o Estado como padrinho.

O que este orçamento nos diz, quando todos o acham péssimo e todos o querem defender, é que não é apenas a economia que está em crise. É a democracia. O que toda esta charada nos devia dizer, aos portugueses e aos europeus, é que vivemos uma farsa. E que um dia isto rebentará por algum lado. Os povos europeus não aguentarão muito mais vezes a chantagem de pagar a crise provocada por outros. Aqueles que salvámos há dois anos e que agora nos apontam uma pistola à nuca. Um dia os europeus vão ter de exigir que a política e as instituições em que ela é legitimada pelo povo se imponham. Esperemos que essa exigência venha a tempo de ter uma natureza democrática.

 

Daniel Oliveira in blog:

Antes pelo Contrário

publicado por alertamadrugada às 17:52
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Sábado, 06 de Novembro de 2010

As glórias do passado estão perdidas.

As esperanças de Abril também.

Somos humildes pedintes

com o olhar fixo no além.

Dizem-nos:

Quem manda é quem paga.

A Bruxelas devemos obediência, reverência e outras coisas mais.

Em Lisboa:

Senhores com fatos de elevada confecção,

assinam pactos, leis,

afirmando que têm razão. 

Calaram-se as vozes.

Pessoas de semblante cansado, caminham.

Já não há cantigas de intervenção.

Alguém  pergunta:

E o POVO?

Corre nas suas veias sangue

da cor dos cravos de Abril.

E é dessas entranhas que surge o grito:

Chega.

Estamos fartos.

Os nossos filhos precisam de pão.

Eix que o milagre acontece.

E mais uma vez,

ao som de uma Grândola Vila Morena

Homens e Mulheres

da força dos seus braços,

nas fábricas e nos campos

Constróiem de novo

uma NAÇÃO.

Maria Antonieta Girão Fevereiro

 

 

 

 

 

 

publicado por alertamadrugada às 00:09
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Quarta-feira, 03 de Novembro de 2010
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Finalmente o orçamento foi aprovado, embora quanto a mim o factor mais importante  ainda está para vir, isto é executá-lo e  queira Deus que não seja preciso um orçamento rectificativo.

Na Assembleia da República a dra Manuela Ferreira Leite igual a si própria,extrapolando em dissertações sobre  normas educativas   correctas para os  filhos dos deputados, o que por sinal ,achei de muito mau gosto.

Ontem os deputados transformaram o hemi circulo numa tribuna de discussão com berros, com exemplos de má educação que em nada serviu para a resolução  dos problemas reais do País nem sequer  para a boa imagem no estrangeiro nem para a estabilidade dos tão falados mercados, entidade totalmente abstracta para a maioria dos portugueses, mas que pelos vistos é quem manda em Portugal e a quem nós portugueses temos que obedecer cegamente nem que para isso  morramos de fome.

Enquanto neste País não se premiar o mérito, o trabalho, a competência a assiduidade, enquanto neste País continuarem a existir associações, fundações, institutos e outros organismos que vivem á custa dos dinheiros públicos e que ninguém sabe para que servem, enquanto todas estas situações se mantiverem, enquanto a banca apresentar lucros fabulosos pagando impostos muito mais reduzidos que os outros cidadãos não há  acordos que valham nem orçamentos que não necessitem orçamentos rectificativos.

E assim vai indo este País.

Maria Antonieta Girão Fevereiro

 

publicado por alertamadrugada às 22:23
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