Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014
Por Cláudia Reis
publicado em 17 Jan 2014 - 08:54
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Pacheco Pereira: “O país em que vivemos é um país irrespirável para uma pessoa honesta”
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Pacheco Pereira criticou o congresso do CDS denominando- o de “populista”. Lobo Xavier diz que o CDS “fez um congresso fantástico” e António Costa falou em “encenação”

Fazendo um balanço sobre o congresso do CDS que aconteceu no fim-de-semana passado, Pacheco Pereira foi bastante crítico. “O congresso do CDS é um acto de propaganda eleitoral do princípio ao fim”, disse Pacheco Pereira, lembrando que o mesmo acontece com “os outros partidos”.

O comentador acrescentou ainda que “mesmo as promessas que o CDS começa a fazer são promessas eleitorais pouco consistentes com as medidas tomadas actualmente”.

Para ele, “o CDS sempre teve características populistas, é um partido unipessoal, todos se elogiam uns aos outros e elogiam Paulo Portas”, afirmou.

Tendo em conta a realidade do país e as privatizações que o governo pretende fazer, Pacheco Pereira disse que “o país em que vivemos é um país irrespirável para uma pessoa honesta”.

Um exemplo da “vergonha” de país em que vivemos é para o comentador o referendo à co-adopção e à adopção por casais de pessoas do mesmo sexo proposta por um grupo de deputados do PSD. Segundo Pacheco Pereira trata-se de “má-fé”.

“Má-fé transformada em política governamental. Este é o país em que nós vivemos”, reiterou.

Já Lobo Xavier tem uma opinião muito diferente do colega dizendo que “não houve matéria para indignar ninguém no congresso do CDS”. O comentador diz que houve matérias que poderiam não ter sido discutidas no congresso e que pode ter sido “arriscado”, mas não entende que tenha sido feita “campanha eleitoral”.

Respondendo à provocação de Pacheco Pereira sobre o repetitivo elogio a Paulo Portas, Lobo Xavier disse que o CDS tem “um estilo próprio, que o culto a Portas é uma marca do partido”.

“Não vi nada no congresso que me causasse indignação. O CDS fez um congresso fantástico”, frisou Lobo Xavier.

Para António Costa o congresso do CDS “faz parte de uma encenação que está encenada entre os governos e a comissão europeia e todas essa turma”. O presidente da câmara de Lisboa diz que tudo isto “ajuda a uma ilusão de que as coisas correram bem, quando de facto não correram bem, por exemplo no que diz respeito ao controlo da dívida”.

Questionado sobre o referendo à co-adopção por casais de pessoas do mesmo sexo, António Costa diz apenas que “é uma batotice”. 



publicado por alertamadrugada às 15:17
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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013

Excerto do discurso de Pacheco Pereira na Aula Magna., um  dos melhores discursos na minha opinião.

 Amigos, companheiros e camaradas,
Nos comícios da oposição antes do 25 de Abril cantava-se muito o hino nacional. No grande comício de Norton de Matos no Porto, em 1949, deve-se ter cantado pelo menos meia dúzia de vezes, nem que seja pelo prazer de gritar o “às armas”, que mais do que um grito “às armas”, - estejam sossegados não é isso que quero dizer, - era um grito pela resistência da nação face aos seus inimigos. Não sei se os organizadores desta sessão previram esse acto, mas deviam ter pensado nisso porque é de Portugal que se trata e o hino não é só para usar no futebol. 
Quem sente Portugal como uma comunidade, dos pescadores do Algarve, da Nazaré, das Caxinas, dos pequenos empresários de Leiria ou de Viseu, dos operários têxteis do Ave, dos professores de todo o país, dos agricultores dos Açores, do Minho ou do Ribatejo, dos comerciantes do Porto e de Lisboa, dos universitários de Aveiro ou de Braga, dos funcionários públicos que permitem o funcionamento de escolas, tribunais, municípios e hospitais, dos trabalhadores da indústria metalomecânica, da cortiça, dos moldes, dos transportes, dos agentes das forças de segurança e militares, dos reformados e pensionistas, percebe a enorme destruição desta crise, que atinge avós, pais e netos, todas as gerações, que atinge quem tem muito pouco e quem ainda tem alguma coisa, mas que não atinge quem tem muita coisa. Esta é que é a nossa comunidade, um Portugal cuja mera enunciação viola a afrontosa redução de tudo e todos à ambígua designação de “empreendedores” de um lado e “piegas” gastadores do outro. Ou que torna inaceitável o obsceno uso da palavra soberania ou do protectorado para desresponsabilizar o governo e os seus apoiantes de políticas que abraçaram com todos os braços, e que agora, quando correm mal, fazem de conta que não é com eles. 
O que nos une aqui é um outro dilema, a ”questão que temos connosco mesmos” do poema de Alexandre O’Neil 
Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo, 
golpe até ao osso, 
 fome sem entretém, 
perdigueiro marrado e sem narizes, 
sem perdizes,
 rocim engraxado, 
feira cabisbaixa, 
meu remorso, 
meu remorso de todos nós . . . 
É para não termos esse remorso que estamos aqui, não à defesa, mas ao ataque. Ao ataque por todos os meios constitucionais.

Por aquilo a que chamávamos no passado “a nossa pátria amada”. 

 

"

publicado por alertamadrugada às 22:42
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Domingo, 20 de Outubro de 2013
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Uma análise  vinda de um Português a viver nos EUA

 


Uma política de austeridade num país como Portugal irá sempre ter custos a longo prazo. Se por um lado se os cortes forem feitos a quem tem salários mais elevados, e uma vez que estes estão associados a qualificações mais altas, incentiva-se a emigração dos nossos trabalhadores mais qualificados e desincentiva-se os jovens a obter uma qualificação mais elevada. A prazo o capital humano acumulado decresce com consequências dramáticas no crescimento. Por outro, se os cortes forem nos rendimentos mais baixos, estas pessoas que lutam para se sustentarem podem entrar em incumprimento financeiro (com consequências catastróficas para o sector financeiro), agudizar tensões laborais (com diminuição de produtividade), aumentar a contestação social (legítima) para níveis que afectem a estabilidade, o investimento e consequentemente o crescimento de longo prazo e , finalmente, com menos recursos essas pessoas terão menos capacidade de proporcionar aos seus filhos níveis de qualificação superior com nefastas consequências sobre o capital humano. Ora cortar um ou outro lado vai sempre colocar em causa o crescimento e a sustentabilidade financeira do país (sem crescimento não se consegue sustentar a actual dívida). Portanto uma política de austeridade cega, é isso mesmo, cega um país, não o deixando ver o caminho de futuro. É necessário uma política diferente, de contenção financeira mas de crescimento, isso passa por várias coisas: alteração do paradigma das relações laborais - empresários e trabalhadores; uma visão muito concreta sobre o sistema económico em termos de concorrência mas tb de canais de distribuição (interna e externa) . Finalmente não sendo suficiente, ajudava uma reforma do Estado. No entanto também não penso que seja absolutamente necessária ser feita a partir do centro, porque se a economia e a cultura dos cidadãos mudar, obrigatoriamente o Estado muda pela pressão social - é que se diga: O ESTADO SOMOS NÓS, e se temos o Estado que temos é porque somos como somos.
de Pedro André Cerqueira - desde Amherst - Massachusetts. USA
publicado por alertamadrugada às 00:03
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Quinta-feira, 03 de Outubro de 2013

È pela mão de Mário Cruz que o CDS- Partido Popular ocupa de novo lugar na Assembleia Municipal de Porto de Mós e tal facto deve-se ao mérito e competência deste tribuno que tenho a certeza muito irá surpreender pela criatividade e inovação das suas idéias.

Cabe pois ao CDS- Partido Popular ter em conta estas pessoas que embora independentes souberam honrar o Partido pelo qual aceitaram candidatarem-se embora com poucos recursos para a campanha eleitoral, sem nomes sonantes aquando da apresentação das listas, pois agora, tal como outrora, os nomes sonantes correm sempre para as listas vencedoras.

Porto de Mós  honrou o CDS  como sempre o fez, (exceptuando o anterior mandato muito por culpa de um coordenador autárquico Dr Helder Amaral pouco conhecedor do terreno) não só elegendo o Dr Mário Cruz para a Assembleia Municipal como também Rita Afonso  outro elemento de maior valia para a Junta de Freguesia.

Parabéns portanto aos dois.

publicado por alertamadrugada às 22:03
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Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

As siglas partidárias devem contar pouco para as eleições autárquicas. São os eleitores que terão de estar a par do mérito  e das capacidades das pessoas  que compõem as listas. Obsevem os seus projectos e a sustentabilidade dos mesmos.

Por outro lado é perfeitamente possível votarmos em partidos diferentes  quer para a Câmara quer ainda para a Assembleia  Municipal ou Junta de Freguesia.

Aqui contam as pessoas. Uma Assembleia Municipal por exemplo é tanto mais rica quanto mais pessoas tiver de diversas sensibilidades e áreas politicas.

Neste último mandato( por razões que num outro qualquer dia aqui abordarei) não houve representante do CDS-PP na nossa Assembleia Municipal, o que não acontecia há muito tempo e  essa voz fez lá falta.

Neste mandato acredito que tal não irá acontecer.

Mário Cruz  cabeça de lista á Assembleia Municipal pelo CDS em Porto de Mós é uma  figura que vai marcar a politica local, porque é um homem competente, inovador, com sensibilidade para o associativismo sobretudo na área social ( é actualmente Presidente de Direcção da Associação ALZHEIMER-PINHAL LITORAL), um homem com a humildade necessária que a situação actual do País exige sem ser subserviente , com uma visão moderna e humanista, tendo em conta o factor sustentabilidade nos seus projectos.

Mário Cruz um bom tribuno que eu muito gostaria de ver na Assembleia Municipal em Porto de Mós

publicado por alertamadrugada às 09:39
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Quinta-feira, 26 de Setembro de 2013

Obrigado Sintrenses,

A RTP, a Antena1 e o Diário de Notícias publicaram hoje a última sondagem antes das eleições deste domingo.

A força de Acreditar, de falar a Verdade e de apostar num projeto que una Todos por um Futuro melhor para Sintra merece cada vez mais a confiança dos Sintrenses.

Nada ainda está ganho, vamos continuar acreditar.

A todos o meu Muito Obrigado.
Juntos Vamos Conseguir

 

Mais um amigo de longa data, um amigo do coração mas sobretudo um Homem sério, honesto com provas dadas que ama a sua Pátria vai gerir de forma merecida pelo seu mérito e competência os destinos locais.

Maria Antonieta Girão Fevereiro

publicado por alertamadrugada às 11:08
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Quarta-feira, 25 de Setembro de 2013

Leiria, cidade onde trabalho , de que gosto e que está em meu coração. Por isso estou atenta á vida politica desta cidade de gentes empreendedoras ,educadas e gentis por natureza, por princípios e valores transmitidos por gerações anteriores. Leiria é hoje uma cidade com qualidade de vida  que  muito contribuie  com as suas receitas para o orçamento nacional. Leiria é uma cidade de empresas, de serviços mas também de cultura ,( realço pois  aqui o extraordinário trabalho  do actual vereador  Gonçalo Lopes ) uma cidade que por direito próprio se insere no painel das grandes cidades do País. Ora para isto muito contribuiu nestes últimos anos uma equipe dinâmica com visão de modernidade e sustentabilidade liderada por Raul Castro que com vasto curricullum nestas andanças de Municípios ( lembro aqui o magnifico trabalho realizado na Batalha , quando foi Presidente da Câmara lá) soube trazer a cidade de Leiria para a ribaltas das cidades nacionais.

Assim não duvido que no próximo dia 29 de Setembro maioritáriamente Leiria vota PS, vota RAUL CASTRO e a sua lista.

Maria Antonieta Girão Fevereiro

publicado por alertamadrugada às 08:44
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Terça-feira, 24 de Setembro de 2013

Carlos Venda é o candidato  a Presidente do Município de Porto de Mós  pelo partido PSD, depois do primeiro candidato  escolhido ter desistido.  Ora todos sabemos que as campanhas têm por norma os seus excessos mas o que me parece um pouco insólito é que de repente se faça luz nas mentes de forma tão repentina.

Durante os mandatos em que eu própria e Carlos Venda fomos deputados municipais pela minha parte manifestei sempre grande preocupação pelo facto da antiga central eléctrica situada em Porto de Mós na zona das piscinas estar em estado de degração, assim como na mesma zona , uma das mais bonitas da vila, se encontrarem galeras dos carros de longo curso estacionads sobretudo durante os fins de semana ,e o que  eu disse pode ser facilmente constatável pela consulta das actas da Assembleia Municipal. Pois bem, variadissimas vezes o deputado Carlos Venda tirou o mérito ás minhas intervenções, desvalorizando-as.Fico agora feliz, como ficou claro no debate realizado no cinema de Porto de Mós,estar incluido no programa eleitoral do candidato Carlos Venda exactamente essas causas. 

Afinal eu estava certa.

Afinal eu tinha razão.

Campanhas têm destas coisas.

Maria Antonieta Girão Fevereiro

publicado por alertamadrugada às 00:37
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Domingo, 22 de Setembro de 2013

Ño próximo dia 29   não podemos ficar em casa.

Vamos  todos juntos eleger o quinto vereador do PS á Camara de Porto de Mós.

Eu vou  porque é o melhor para o meu Concelho , um Concelho que eu quero  com todas as capacidades  aproveitadas, eu vou porque acredito num projecto já com raizes, liderado por um João Salgueiro um homem  dinamico e com visão humanista .

A  participação de todos é muito importante. Quantos mais Vereadores  PS estiverem no nosso Município maior será a sua força e consequentemente o desenvolvimento de Porto de Mós . Todos vamos narcar a nossa presença.

O Concelho de Porto de Mós precisa da força PS

Eu voto PS nestas eleições, eu voto João Salgueiro.

publicado por alertamadrugada às 10:10
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013
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Que visão de País e que ideia de futuro leva um Governo a cortar no ensino do Inglês aos seus jovens? Querem-nos pobres e periféricos? Não entendem que estão a cortar as asas às novas gerações num mundo cada vez mais global? Os jovens que entram agora na escola não têm poder reivindicativo, mas os Pais não deviam permitir esta maldade cruel que estão a fazer aos seus filhos.

Carlos Zorrinho in Facebook

publicado por alertamadrugada às 23:30
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